ISP divulga dados do mês de março 2018

Karina Nascimento
17/04/2018 13:59h

O Instituto de Segurança Pública  (ISP) divulga hoje as incidências Criminais e Administrativas de Segurança do  Estado do Rio de Janeiro referentes ao mês de março de 2018. Os dados são  referentes aos Registros de Ocorrência (RO) lavrados nas delegacias de Polícia  Civil do Estado do Rio de Janeiro durante o mês.

Os roubos de veículos apresentaram  aumento de 7,1% no mês de março deste ano em relação ao mesmo período do ano  passado, foram 5.358 roubos no terceiro mês do ano, 356 a mais do que o mesmo  mês em 2017. Foi o maior número registrado num mês em toda a série histórica. As  áreas que apresentaram o maior aumento foram as AISPs 41 (Irajá, Colégio  (parte) Vicente de Carvalho, Vila Kosmos, Vila da Penha, Vista Alegre,  Anchieta, Guadalupe, Parque Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Acari, Barros  Filho, Costa Barros, Parque Colúmbia e Pavuna), 39 (Belford Roxo) e 07 (São  Gonçalo) com, respectivamente, 317, 196 e 75 roubos de veículos a mais.

A Área Integrada de Segurança Pública  (AISP) 20 (Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis) foi a que apresentou a maior  redução de roubos de carros em março, com 98 a menos. Em seguida vieram as AISP  27 (Paciência, Santa Cruz, Guaratiba, Pedra de Guaratiba e Sepetiba) e 24 (Seropédica,  Itaguaí, Paracambi, Queimados e Japeri) com, respectivamente, 50 e 42 roubos a  menos.

Em março de 2018 foram registradas  636 vítimas de letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, homicídio  decorrente de oposição à intervenção policial e lesão corporal seguida de  morte) no estado. Foram 19 vítimas a menos em relação ao mesmo período do ano  passado, ou uma redução de 2,9%. No acumulado dos três primeiros meses do ano,  foram 1.846 vítimas, 30 vítimas a menos do que no mesmo período em 2017.

A Área Integrada de Segurança Pública  (AISP) 20 (Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis) foi a que apresentou a maior  redução de vítimas em março, com 12 a menos. Em seguida vieram as AISP 39 (Belford  Roxo) e 27 (Paciência, Santa Cruz, Guaratiba, Pedra de Guaratiba e Sepetiba),  com, respectivamente, dez e nove mortes a menos.

Já as AISPs 35 (Tanguá, Itaboraí, Rio  Bonito, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu), 21 (São João de Meriti) e 23  (Rocinha, Ipanema, Leblon, Gávea, Jardim Botânico, Lagoa, São Conrado e  Vidigal) apresentaram aumento no número de vítimas em março deste ano. Na área  da 35ª AISP, foram 14 mortes a mais e, na 21ª, 12. A AISP 23 apresentou um  aumento de 12 vítimas em março deste ano, sendo 15 no total. Cabe ressaltar  que, das 15 mortes, 13 foram na área da 11ª DP (Rocinha) e duas na área da 15ª  DP (Gávea, Jardim Botânico, Lagoa, São Conrado e Vidigal).

Os homicídios decorrentes de oposição  à intervenção policial apresentaram queda de 11,4% em março no estado. Este ano  foram registradas 109 mortes, ou 14 a menos do que o mesmo período do ano  anterior. As Áreas Integradas de Segurança Pública que apresentaram a maior  queda foram as AISP 15 (Duque de Caxias), 05 (Gamboa, Centro (parte), Santo  Cristo, Saúde, Lapa, Paquetá e Santa Teresa) e 22 (Benfica, Bonsucesso,  Higienópolis, Manguinhos, Maré e Ramos) com oito, sete e cinco mortes a menos,  respectivamente.

Os maiores aumentos foram registrados  nas AISPs 21 (São João de Meriti), 23 (Rocinha, Ipanema, Leblon, Gávea, Jardim  Botânico, Lagoa, São Conrado e Vidigal) e 20 (Nova Iguaçu, Mesquita e  Nilópolis) com, respectivamente, seis, seis e quatro vítimas a mais.

Cabe ressaltar que a região do bairro  de Vila Kennedy, onde as Forças Armadas realizaram diversas ações no mês de  março, apresentou vários destaques positivos. Na área 34ª DP (Bangu, Gericinó,  Padre Miguel, Senador Camará e Vila Kennedy), o indicador letalidade violenta  registrou o menor número de vítimas para o mês de março desde o início da série  histórica – foram dez vítimas, ou sete a menos em relação a março de 2017.  Quanto ao indicador de roubo de veículos, a área registrou o menor número desde  fevereiro de 2017 – foram 148 roubos de carros, ou 22 a menos em relação a  março do ano passado.

Devido à paralisação de algumas  atividades da Polícia Civil, iniciada em janeiro de 2017 e encerrada em abril  de 2017, houve uma atípica subnotificação de determinados delitos nesse  período. Registros de crime ao patrimônio, com exceção de roubo e furto de  veículos, foram especialmente afetados. Por isso, não é recomendado comparar o  número de registros de março de 2018 com o registrado no mesmo mês do ano  passado. Cabe ressaltar que os registros dos títulos de Letalidade  Violenta (Homicídio Doloso, Latrocínio, Homicídio Decorrente de Oposição à  Intervenção Policial e Lesão Corporal Seguida de Morte) e Roubo de Veículo não  foram afetados, pois os registros desses delitos continuaram a ser feitos nas  delegacias.

Outros registros impactados pela  paralisação foram: roubo de aparelho celular, roubo a transeunte, roubo em  coletivo, roubo de carga, roubo a banco, roubo de caixa eletrônico, roubo a  residência e roubo a estabelecimento comercial.  O resumo de alguns  indicadores (março de 2018) não afetados pela paralisação encontram-se a  seguir:

Para ter acesso aos índices oficiais do estado, clique aqui.

Resumo de alguns indicadores (março  de 2018):

• Homicídio doloso – Aumento de 1% em relação a março  de 2017 (498 em 2017 – 503 em 2018).
• Letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, lesão  corporal seguida de morte e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial)  – Redução de 2,9% em relação a março de 2017 (655 em 2017 – 636 em 2018).
• Policiais civis e militares mortos em  serviço – Aumento de três vítimas em relação a março de 2017 (1 em 2017 – 4 em  2018).
• Homicídio decorrente de oposição à intervenção policial  – Redução de 11,4% em relação a março de 2017 (123 em 2017 – 109 em 2018).
• Roubo de veículo - Aumento de 7,1% em relação a março  de 2017 (5.002 em 2017 – 5.358 em 2018).

Indicadores de produtividade  policial (março de 2018):

• Armas apreendidas – Redução  de 11,6% em relação a março de 2017 (769 em 2017 – 680 em 2018).
• Apreensão de drogas – Aumento  de 2,2% em relação a março de 2017 (1.706 em 2017 – 1.744 em 2018).
• Recuperação de veículos – Aumento  de 17,7% em relação a março de 2017 (2.932 em 2017 – 3.450 em 2018).
• Cumprimento de mandado de prisão – Redução de 5,7% em relação a março de 2017 (1.429 em 2017 – 1.347 em 2018).



 

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